Atividades ‘relevantes’ podem significar velhice mais saudável


Um estudo descobriu que adultos de meia-idade e idosos que realizam atividades relevantes no dia a dia tendem a relatar melhor saúde e bem-estar do que outros.

Os adultos mais velhos que encontram significado em suas atividades diárias podem permanecer em melhor saúde à medida que envelhecem, sugere um novo estudo.

Pesquisadores descobriram que quando adultos de meia-idade e idosos sentiam que seus dias tinham atividades relevantes, eles tendiam a relatar melhor saúde e bem-estar quatro anos depois.

Não só eles eram menos propensos a desenvolver condições de saúde física ou dor crônica do que outras pessoas, como também eram mais ativos fisicamente e menos propensos a serem deprimidos.

Os resultados não provam que cultivar atividades relevantes tornará a pessoa mais saudável, disse o pesquisador Andrew Steptoe, professor da University College London, na Inglaterra.

“Mas achamos que existe uma relação de mão dupla entre nossas experiências e a vida que parece valer a pena. Pessoas que são socialmente engajadas e saudáveis ​​podem classificar suas atividades como mais significativas, enquanto ao mesmo tempo esse senso de significado pode contribuir para mais engajamento, melhor saúde mental, menos solidão e assim por diante “, disse ele.

Os participantes de seu estudo foram simplesmente solicitados a avaliar, em uma escala de 1 a 10, até que ponto sentiram que suas atividades diárias valeram a pena.

“As coisas que trazem significado à vida das pessoas são extremamente variáveis”, disse Steptoe. “Não precisa ser um projeto grande. Para algumas pessoas, coisas como caminhadas no campo, cantar em um coral local ou cuidar de netos proporcionarão uma forte sensação de uma vida que vale a pena.”

No geral, quanto mais significado as pessoas viram em suas vidas, melhor sua saúde física e mental no início e quatro anos depois. As chances de desenvolver uma nova doença, depressão, dor crônica ou uma deficiência diminuíram, como descobriram os pesquisadores.

É claro que as pessoas que estão com boa saúde, ou que têm altos rendimentos ou mais educação, podem ter maior probabilidade de ver suas atividades diárias valer a pena. Mas Steptoe disse que sua equipe considerou essas e outras variáveis e, ainda havia uma conexão entre ver a vida como relevante e ter uma saúde melhor quatro anos depois.

Veja também:

Além disso, ele observou que, as pessoas com altas classificações na escala “relevante” têm mais probabilidade de fazer mudanças positivas no estilo de vida nesses quatro anos – como iniciar uma rotina de exercícios ou comer mais frutas e verduras.

O texto original foi publicado pelo Helth 24 e traduzido pela Revolução Prateada.

Continue no nosso blog e confira mais conteúdos relevantes e atuais sobre a Economia da Longevidade. Aproveite e… VIDA LONGA!!!


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *