Sabia que nosso cérebro começa a envelhecer aos 27 anos?


Aos 27 anos de idade, você ainda é jovem. Seu coração está zerado, a pele quase perfeita e os músculos não doem. Mas, no seu cérebro, a decadência já começou. Os neurônios ainda estão lá, mas as conexões entre eles (as sinapses) começaram a piorar. E isso afeta várias habilidades mentais.

As informações compartilhadas pela Superinteressante, nos mostra que nosso cérebro envelhece bem antes do que o restante do corpo. Ou não. 🙂 Já que ele comanda todo o restante, não é? Continue lendo aqui!

A primeira a ir embora é a inteligência espacial: sua capacidade de desenhar objetos e visualizá-los mentalmente. Funções mais primordiais, como o raciocínio e a memória, também perdem força rapidamente – e já estão bem mais fracas quando as pessoas chegam aos 30 anos de idade.

Essas são as conclusões de um estudo gigantesco, que foi realizado pela Universidade da Virgínia e mediu as habilidades cognitivas de 2 mil pessoas de várias faixas etárias.

Você pode achar que ainda é muito jovem para ficar gagá. Mas a natureza não. “Do ponto de vista evolutivo, por volta dessa idade você já deveria ter se reproduzido. E, por isso, já estaria chegando a hora de se aposentar”, explica o neurologista Paulo Henrique Bertolucci, da Unifesp. Afinal, o homem das cavernas não vivia muito mais que 30 anos. E seu cérebro é idêntico ao dele.

Mas não se desespere. Os cientistas também descobriram que algumas habilidades, como a verbal, continuam crescendo até os 60 anos. E aprender coisas novas, aumentando o número de informações no cérebro, compensa parcialmente as perdas cognitivas.

E com o aumento da expectativa de vida, podemos dizer que, mesmo velhinho, nosso cérebro é capaz de se manter firme por muito tempo.

A velhice mental existe. Mas ela é só uma coisa da sua cabeça.

O tema Longevidade intriga muitos cientistas e profissionais. O que essa revolução impactará na sociedade e nos negócios? Leve esta reflexão para a sua empresa. Solicite um orçamento com o criador da Revolução Prateada, Alexandre Correa Lima. E vida longa!


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